Para clínicas médicas
O sonho era curar gente. Não decifrar XML.
Você fez residência, abriu a clínica, contratou. Hoje passa metade do mês cobrando convênio, recursando glosa e duvidando de quem deveria ter pago. A gente devolve o sono.
A cena que ninguém quer reconhecer
Quinze para as 22h. A última paciente já foi.
Você desligou o computador três vezes hoje. Voltou três vezes. Tinha um demonstrativo da Unimed pra abrir e três guias glosadas que ninguém te explicou direito por quê.
O recepcionista foi embora às 19h. A médica associada saiu ao 18:30 dizendo "manda o repasse quando der". E você está aqui, abrindo planilha de Excel pela quinta vez nesta semana, tentando entender se o que entrou na conta da clínica esta semana realmente combina com o que foi cobrado mês passado.
Seu cônjuge mandou mensagem às 21:14 perguntando se você janta. Você respondeu "já vou". Já era a terceira vez.
Você não escolheu medicina pra fazer isso. Você escolheu pra fazer outra coisa.
Existe uma versão da sua semana em que essa cena não acontece. É a única promessa do Ogmma Revenue.
As frases que cortam o sono
Você reconhece pelo menos três delas.
“Caiu menos do que eu cobrei. De novo.”
Você abre o demonstrativo da operadora e cinco guias vieram glosadas. Sem motivo claro. Você liga, cai em URA. Manda e-mail, ninguém responde em 7 dias. Some receita que era sua.
“Eu não sei se a clínica deu lucro este mês.”
Quando o contador entrega o balanço, já tem dois meses de defasagem. Até lá, você opera no escuro. Se gasta a mais ou a menos, descobre quando a fatura já chegou.
“Se a Maria sair, a operação trava.”
A Maria é quem sabe a senha do portal da Bradesco, quem entende o ritual da Unimed, quem lembra que a SulAmérica pede o anexo de SP/SADT em PDF separado. Quando ela sai de férias, a fatura escorrega.
“O Dr. Carlos pediu o repasse de novo.”
É a terceira vez no mês que um associado liga. "Quanto eu fiz?" Você precisa abrir três planilhas, cruzar com o XML do retorno, descontar materiais, descontar imposto, e ainda explicar por que veio menos. Toda vez.
Por que isso acontece
O sistema de saúde brasileiro foi escrito por quem não cobra.
Cada operadora tem o seu próprio Frankenstein de regras: layouts TISS levemente diferentes, prazos de retorno distintos, motivos de glosa codificados que ninguém lê, anexos exigidos em momentos imprevisíveis. Esse não é o seu inferno particular — é o inferno coletivo de quem opera saúde privada no Brasil.
- TISS 4.01.00 tem 38 tipos de transação. Você usa 6, mas precisa entender 38 para não levar glosa.
- Operadoras devolvem retorno em PDF, em XML, em portal próprio, em planilha enviada por e-mail. Não há padrão.
- O motivo de glosa "1981 — divergência de procedimento" cobre coisas tão diferentes que nenhum auditor humano dá conta sozinho.
- Open Banking ainda é novo no setor de saúde. Maioria dos sistemas pede importação manual de OFX.
Não é falta de competência sua. É um setor que ainda não foi reescrito.
O Ogmma Revenue é a tentativa séria de reescrever.
O que muda na sua semana
Quatro mudanças que você sente antes de medir.
Não te prometemos painel bonito. Te prometemos sábado livre, reunião sem suor, sócio que volta a confiar e fim de mês que para de ser maratona.
Você acorda sabendo o que vai cair na conta.
Faturamento TISS validado antes do envio, glosa caçada item a item, fluxo de caixa projetado por 90 dias. As 4 da manhã voltam a ser pra dormir.
Você descobre que tem 500 clínicas no mesmo barco — e elas trocam mapa.
A base de regras de glosa, os gabaritos de auditoria, os caminhos de cada operadora — tudo vivo, melhorado por quem já passou. Você para de descobrir sozinho que a Amil mudou o layout.
Sua clínica passa a entregar com a régua de hospital de rede.
Dashboards executivos, relatórios profissionais que o contador agradece, demonstrativos que o associado lê e entende. A clínica cresce em percepção sem precisar dobrar de tamanho.
Sai a planilha. Volta o sábado de manhã.
Conciliação automática via Open Finance, alertas de glosa antes do envio, recurso pré-preenchido. A noite de quinta deixa de ser sobre Excel e volta a ser sobre o que importa.
Em duas semanas a gente descobriu R$ 80 mil em glosa silenciosa que vinha sumindo havia mais de um ano. O sistema pagou o investimento três vezes só nesse achado — e devolveu meu sábado de manhã.
Dra. Patricia Lemos
Diretora-clínica · Clínica Cardio+
Perguntas que aparecem antes da decisão
Eu sou clínica pequena (2-3 médicos). Compensa?
Compensa exatamente porque o tempo do dono vale mais do que o de um auxiliar de faturamento. O plano Essencial é desenhado para esse porte e o investimento se paga com a primeira recuperação de glosa.
Eu já tenho um sistema. Como migra?
A gente importa cadastro de convênios, profissionais e pacientes via CSV/XLSX. O passado fica no sistema antigo (consulta apenas) e a partir do próximo lote você opera no Ogmma. Onboarding em 7 dias.
Suporta TISS 4.01.00?
Sim. Geramos guia de consulta, SP/SADT, internação, honorários e odontológica. Validamos o XML antes do envio para prevenir 80% das glosas técnicas.
E se a clínica não usa convênio? Particular puro?
Funciona muito bem. Faturamento particular, link de pagamento, cobrança recorrente, antecipação de cartão e fluxo de caixa estão no Essencial. Você não paga pelo TISS se não usa.
Você não precisa esperar mais um mês
A próxima quinta-feira pode ser diferente.
7 dias grátis. Sem cartão. Sem multa de cancelamento. Sem onboarding interminável.