Para laboratórios
Cada glosa de R$ 8 vira R$ 24 mil no fim do mês.
Laboratório vive de margem fina e volume alto. Quando uma regra escapa, escala em silêncio para milhões num trimestre. O Ogmma Revenue trabalha onde a sua escala dói: no detalhe.
A cena que ninguém quer reconhecer
Sexta-feira, fechamento do trimestre.
A controller chega no escritório com a planilha de glosa do trimestre aberta. O número está alto. Mais alto do que devia. R$ 1,38 milhão em glosa não recursada.
Ela começa a abrir as guias. Hemograma, glicemia, TSH, perfil lipídico, cálcio. Cada uma glosada por uma regra diferente, mas todas com algo em comum: foram glosas pequenas, automáticas, repetidas em milhares de exames.
A operadora maior glosou R$ 4,80 por hemograma porque o código TUSS estava na versão antiga. Foram 18.400 hemogramas no trimestre. R$ 88 mil. Numa única regra. Numa única operadora.
Na sala ao lado, o COO já está agendando a reunião de fechamento. Ela vai ter que apresentar esse número — e ainda explicar por que ninguém percebeu antes.
Em laboratório, a glosa não grita. Ela sussurra, exame após exame, até que três meses depois o sussurro é uma fortuna.
As frases que cortam o sono
Você reconhece pelo menos três delas.
“Eu fechei o mês sem saber se fechei no azul.”
Volume alto, ticket baixo, retornos atrasados. Quando o financeiro consolida, o trimestre já passou. Você opera olhando para trás, nunca para frente.
“Conferência de exame x guia x pagamento é manual. Sempre foi.”
O laboratório recebe o pedido, faz o exame, fatura, envia, recebe o retorno, concilia o depósito. Cinco etapas, três sistemas, duas planilhas. Erro em qualquer ponto e o dinheiro some.
“A operadora mudou a tabela e ninguém viu.”
Layout TISS atualiza. Tabela própria muda. Cobertura de exame fora do rol fica em zona cinza. Sem alerta automático, você descobre quando vê o demonstrativo já com glosa de R$ 12 mil.
“Cada unidade fala uma língua. O grupo precisa falar uma só.”
Três unidades, três contas bancárias, três operações. Consolidar exige uma pessoa dedicada. Quando essa pessoa tira férias, o consolidado tira férias junto.
Por que isso acontece
Laboratório de análises clínicas é o setor mais industrializado da saúde — e o menos automatizado financeiramente.
Você roda 100 mil exames por mês com a precisão de uma fábrica suíça. Mas o ciclo de receita ainda é tratado como o de uma clínica boutique. Excel é a ferramenta. Planilha é o dashboard. E o resultado é uma operação que fatura como hospital e controla como consultório.
- Tabela TUSS atualiza periodicamente. Sem revisão automática, exames passam meses faturando com código antigo e tomando glosa silenciosa.
- Operadoras grandes (Bradesco, SulAmérica, Amil) têm tabela própria que sobrescreve TUSS. Cada uma com um critério diferente.
- Open Finance ainda não integra todos os bancos onde laboratórios mantêm conta. Conciliação multibanco continua sendo OFX manual.
- Volume médio diário de uma unidade laboratorial fica entre 200 e 800 exames. Conferência item-a-item é humanamente inviável.
Não é falta de competência sua. É um setor que ainda não foi reescrito.
O Ogmma Revenue é a tentativa séria de reescrever.
O que muda na sua semana
Quatro mudanças que você sente antes de medir.
Não te prometemos painel bonito. Te prometemos sábado livre, reunião sem suor, sócio que volta a confiar e fim de mês que para de ser maratona.
A operação respira em tempo real — não em fechamento trimestral.
Dashboard de produtividade financeira granular por unidade, operadora e exame. Alertas de mudança de tabela TUSS antes da glosa. Conferência automatizada de retorno x faturado x pago.
O laboratório entra na rede que parou de quebrar a cabeça sozinho.
Outros laboratórios passaram pela mesma operadora difícil, pela mesma auditoria sem fim, pela mesma virada de tabela. A base de regras é viva — todos atualizam, todos colhem.
O grupo opera com a régua de uma rede maior.
Consolidação multi-unidade automática, demonstrativos por sócio que cabem numa página, indicadores por unidade auditáveis. O laboratório passa a parecer o tamanho da ambição — e isso abre porta para captação e venda futura.
A controller volta a ser estrategista. Não auditora de planilha.
Auditoria preventiva por regra, recurso de glosa em massa, conciliação multibanco automática, repasses entre unidades calculados por configuração. O fim de mês deixa de ser maratona e volta a caber no horário comercial.
A gente descobriu que estava perdendo R$ 220 mil por trimestre numa única regra de TUSS desatualizada. Em duas semanas o sistema apontou e recursamos. Pagou três anos de assinatura no primeiro recurso aprovado.
Marcela Tavares
Controller · Laboratório Vida (5 unidades)
Perguntas que aparecem antes da decisão
Suporta multi-unidade nativamente?
Sim. Cada unidade é uma operação isolada com cadastros, contas bancárias e relatórios próprios — e existe consolidação automática a nível grupo. Repasse entre unidades configurável por regra.
E se o LIS for de outro fornecedor?
Integramos via API com os principais LIS do mercado e oferecemos importação CSV de produção diária para os demais. O Ogmma cuida do ciclo financeiro — não substitui o LIS.
Como vocês mantêm a tabela TUSS atualizada?
Time dedicado monitora atualizações da ANS e operadoras. Você recebe alerta de mudança e revisão sugerida no sistema antes que isso vire glosa.
Open Finance funciona com banco regional?
A maior parte dos bancos brasileiros já está integrada. Para os regionais ainda fora, o sistema processa OFX em lote sem perda de funcionalidade.
Você não precisa esperar mais um mês
O próximo trimestre pode ser o que finalmente fecha do jeito certo.
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