Ogmma Revenue

Para hospitais

A diretoria pede números. Você precisa de respostas, não de planilhas.

Pequeno e médio porte não significa amador. Significa fazer mais com menos — e o Ogmma Revenue é o trilho onde a sua operação financeira para de descarrilar todo mês.

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A cena que ninguém quer reconhecer

Quarta-feira, 7h45. Reunião de diretoria às 8h.

O diretor financeiro chega cedo. O notebook abre com cinco abas: planilha de glosa do mês passado, painel da operadora maior, e-mail do auditor com 23 itens em recurso, dashboard caseiro do BI improvisado, e o sistema antigo do hospital com a tela travada.

Em 15 minutos, a diretoria vai perguntar: "Por que o EBITDA caiu 1,8 ponto?" E ele tem três hipóteses, dois cenários e zero certeza. As planilhas concordam em alguns pontos, divergem em outros, e ninguém consegue rastrear de onde vem o número.

Ele vai entrar na sala com uma narrativa. Vai sair tendo prometido três relatórios para a próxima reunião. Eles não vão sair antes da quinta da semana que vem — porque o time financeiro tem 4 pessoas e cada uma cuida de uma camada do caos.

O hospital é bom. A operação clínica é boa. Mas o financeiro está sendo carregado nas costas.

Hospital sério precisa de plataforma séria. Não de uma planilha com 14 abas que ninguém entende além da pessoa que abriu.

As frases que cortam o sono

Você reconhece pelo menos três delas.

A glosa estabilizou em 15%. E ninguém sabe explicar por quê.

Você vê o número subir, sabe que dói no resultado, mas não consegue dizer com precisão se é problema do faturamento, da auditoria interna ou de uma operadora específica. Sem rastreabilidade, sem conversa.

Conta hospitalar é três sistemas falando línguas diferentes.

O sistema da AIH conversa com um. O TISS, com outro. O ERP do administrativo, com um terceiro. Conferir uma conta hospitalar fechada exige três logins, dois exports e uma reza.

O auditor pede demonstrativo. A diretoria pede DRE. O CFO pede projeção. Tudo na mesma semana.

Cada relatório demora dois dias para ser montado porque os dados não nascem prontos. Quando saem, já estão velhos. Decisão segue sendo tomada no feeling.

O repasse médico é uma novela em 12 capítulos.

Anestesia, plantão, sobreaviso, materiais, cooperativa. Cada cálculo tem regra própria, cada profissional tem dúvida, cada mês tem ajuste. O time financeiro vira call center.

Por que isso acontece

O setor hospitalar terceiro setor brasileiro foi feito para sobreviver, não para escalar.

Hospitais pequenos e médios carregam complexidade de hospital grande sem orçamento para isso. As operadoras tratam você do mesmo jeito que tratam um hospital de rede — exigem o mesmo TISS, os mesmos prazos, os mesmos anexos, as mesmas auditorias. Mas seu time é a metade. Seu sistema, um terço. E o resultado: você passa a vida apagando incêndio.

  • A média de glosa no setor hospitalar fica entre 12% e 20% do faturamento bruto. Você sabia que essa é a margem do negócio, certo?
  • Hospitais com mais de 50 leitos lidam em média com 14 operadoras simultâneas. Cada uma com regras de auditoria distintas.
  • Repasses médicos representam 35-45% do custo operacional e são feitos majoritariamente em planilhas montadas no fim de cada mês.
  • O ciclo de recurso de glosa varia de 60 a 180 dias. Sem disciplina, recurso vence. Vencendo, vira perda definitiva.

Não é falta de competência sua. É um setor que ainda não foi reescrito.

O Ogmma Revenue é a tentativa séria de reescrever.

O que muda na sua semana

Quatro mudanças que você sente antes de medir.

Não te prometemos painel bonito. Te prometemos sábado livre, reunião sem suor, sócio que volta a confiar e fim de mês que para de ser maratona.

Você entra na reunião com dado, não com planilha.

Faturamento TISS auditado, glosa rastreada por operadora e procedimento, fluxo de caixa projetado em 12 meses com cenários. Quando a diretoria pergunta, você responde — e o número se sustenta.

Sua equipe descobre que outros hospitais já venceram a mesma briga.

A operadora que glosou, a auditora que apertou, o recurso que destravou — tudo vive numa base de conhecimento compartilhada. Quando alguém vence, todos aprendem.

O hospital deixa de operar como pequeno e entrega como grande.

Painéis executivos para diretoria, relatórios padronizados para conselho, demonstrativos profissionais para investidores. Não é frescura — é o que abre porta para crédito, parceria e expansão.

A reunião de quarta volta a ser sobre estratégia.

Conciliação automática multibanco, repasse médico calculado por regra, recurso de glosa pré-preenchido com fundamentação, alertas de prazo. O time financeiro deixa de apagar incêndio e volta a fazer plano.

A glosa caiu de 17% para 6,2% em quatro meses. Mas o que mais mudou foi a reunião de diretoria — a gente para de discutir se o número é o número e passa a discutir o que fazer com ele.

RA

Roberto Andrade

Diretor Financeiro · Hospital São Lucas (62 leitos)

Perguntas que aparecem antes da decisão

Tem capacidade para o volume hospitalar?

Sim. Operamos hospitais com até 200 leitos e mais de 50 mil guias por mês. Arquitetura de dados particionada, processamento assíncrono e dashboards otimizados para grandes volumes.

Suporta conta hospitalar (internação)?

Sim. Geramos guia de internação TISS 4.01.00 com todos os anexos: honorários, OPME, taxas, diárias. Validação técnica antes do envio reduz glosa de divergência em até 70%.

Como funciona o cálculo de repasse médico?

Você cadastra a regra (porcentagem, valor fixo, tabela específica) por procedimento ou profissional, e o sistema calcula automaticamente a partir do retorno da operadora. Demonstrativo de repasse sai em um clique.

Tem integração com o sistema do prontuário (HIS)?

Oferecemos API aberta documentada e integrações com os principais HIS do mercado (Tasy, MV, Soul MV, Pixeon). O onboarding Enterprise inclui suporte dedicado para a integração.

Você não precisa esperar mais um mês

A próxima reunião de diretoria pode ser sobre estratégia.

7 dias grátis. Sem cartão. Sem multa de cancelamento. Sem onboarding interminável.