No mercado americano, RCM (Revenue Cycle Management) é uma disciplina madura há 30 anos. No Brasil, a maioria das clínicas ainda não conhece o termo. O conceito é simples: gerir cada etapa entre o procedimento ser executado e o dinheiro entrar no caixa.
As 7 etapas do ciclo de receita
- Agendamento — verificação de elegibilidade do beneficiário
- Atendimento — coleta de dados (CID, procedimento, profissional)
- Codificação — tradução em códigos TUSS, CBHPM
- Envio — XML TISS para a operadora
- Conciliação — confronto entre o enviado e o pago
- Recurso — contestação de glosas indevidas
- Recebimento — entrada no banco e baixa do receivable
Onde clínicas brasileiras erram
- Tratam cada etapa como problema isolado (faturamento, financeiro, contas)
- Não medem DSO (Days Sales Outstanding) por operadora
- Não fecham o ciclo: glosa fica esquecida em planilhas Excel
- Conciliação manual, mês a mês, gera erro humano
Os 4 KPIs essenciais de RCM
- DSO (Days Sales Outstanding) — quantos dias do procedimento ao recebimento. Meta: < 45
- Taxa de glosa — % do valor cobrado que vira glosa. Meta: < 2%
- Taxa de recuperação — % do valor glosado que vira pagamento via recurso. Meta: > 60%
- Inadimplência — % da carteira vencida há > 90d. Meta: < 5%
Ter sistema de RCM bem implementado significa enxergar esses 4 números todos os dias, por operadora, por contrato, por médico.
Como começar
O primeiro passo é unificar dados. Uma clínica média tem 4 sistemas (agenda, prontuário, faturamento, financeiro) e nenhum conversa. RCM exige uma camada onde as 7 etapas vivem juntas. É isso que o Ogmma Revenue resolve.
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